Num dia em que todos os pilotos da Yamaha perderam terreno em relação às suas posições iniciais, Oliveira foi a única excepção, recuperando quatro posições e terminando em 13º, confirmando o seu progresso constante com a YZR-M1.
Depois de um sábado mais desafiante do que o inicialmente previsto — sobretudo tendo em conta o teste de dois dias realizado há duas semanas, onde Miguel Oliveira e os engenheiros da Yamaha recolheram dados úteis — a Prima Pramac Yamaha MotoGP continua a olhar com confiança para a corrida de domingo, que marca o regresso oficial da República Checa ao calendário de MotoGP após uma ausência de cinco anos.
– “A qualificação não voltou, definitivamente, a ser boa, tivemos bastante dificuldade em fazer uma volta rápida e limpa. Acabei por fazer o meu ataque de tempo com o pneu traseiro médio, porque o macio estava a deslizar para todo o lado, por isso optei pelo médio. O problema é que não encontrámos o mesmo nível de aderência que tínhamos durante o teste, por isso, depois de passar dois dias inteiros aqui, parece que o teste foi quase inútil.” Confessou Miguel Oliveira.
“Tivemos então uma reunião com a equipa e decidimos fazer uma mudança significativa na geometria da moto para a Sprint Race, seguindo a configuração que o Jack e o Fabio estão a utilizar atualmente — coisas como a distribuição de peso, a distância entre eixos e muito mais. Não estava totalmente confortável com isso, uma vez que a moto parece muito diferente de conduzir, mas pelo menos foi uma sessão valiosa em preparação para a corrida de amanhã. Que vai ser longa.”
















