Não há qualquer dúvida de que na Gresini deram a Alex Márquez um tratamento incrível, já que são como uma grande família, chegando até a publicar memes dos seus pilotos nas redes sociais de equipa. Quando um piloto muda de equipa, este aspeto é muito importante, pois garante conforto e um bom ambiente. O mais novo dos Márquez caiu, sem dúvida, na melhor equipa da categoria nesse sentido, sendo bem visível o ambiente familiar dentro da box. O mesmo acontece com Fermín Aldeguer, seu companheiro de equipa.
Mas é verdade que não é o mesmo competir numa equipa oficial ou numa equipa satélite, por isso Álex Márquez estaria a explorar opções a partir de 2027. Uma delas é a KTM, que tem dado passos evidentes em frente, como se viu no GP da Tailândia, com Acosta a vencer a Sprint e a qualificar-se em segundo para a corrida de domingo. Os resultados estão lá, embora seja sobretudo graças ao piloto de Múrcia.
No entanto, Pedro Acosta poderá mudar-se para a Ducati no próximo ano, o que reduz uma vaga na marca de Borgo Panigale. Daí a aproximação de Álex Márquez à marca austríaca, já que poderia ocupar o lugar deixado livre pelo piloto de Mazarrón na equipa oficial. Isto também estaria relacionado com o salário, uma vez que os pilotos não recebem o mesmo numa equipa satélite e numa equipa oficial.
O colaborador do site https://www.motosan.es/, Manuel Pecino falou de valores num dos seus vídeos do PecinoGP: «Álex Márquez, na Gresini, ganhava 400.000 euros. Um vice-campeão de MotoGP a ganhar 400.000 euros. A KTM ofereceu inicialmente 500.000. Ele fez uma contraoferta entre 1 e 2 milhões. No final, fecharam por 1 milhão», revelou.
Desde o início de fevereiro que Álex Márquez tem sido associado à KTM, tendo inclusive visitado a fábrica na Áustria. Também se comentou que Maverick Viñales poderá ser o seu companheiro de equipa, vindo da equipa satélite KTM Tech3, o que poderia ser um movimento muito positivo para o piloto de Roses.
















