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As outras classes de GP, 7: A Excelsior Manxman

Paulo Araújo por Paulo Araújo
23 Janeiro, 2021
em Autosport, Destaque Homepage, Moto GP, Newsletter, Newsletter destaque
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As outras classes de GP, 7: A Excelsior Manxman

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Nos anos 20, Reginald Walker e o seu filho Eric tomaram conta da firma Excelsior Motor Company e mudaram a fábrica para Tyseley, Birmingham. Eric Walker era um entusiasta das corridas e promoveu o uso de Excelsiors em competição

Este motor, apesar de datar de 1935, ainda marcou presença no Mundial de 250 até 1951

A Excelsior Motor Company não fazia motores antes da Segunda Guerra Mundial, pelo que Eric Walker trabalhou em parceria com Ike Hatch da Blackburne, baseando-se em ideias desenvolvidas para as motos Rudge com motores de quatro válvulas, para desenvolver um design totalmente novo de duas câmaras com válvulas operadas por varetas, a que chamaram de “maravilha mecânica”.

Isto foi planeado como o propulsor para uma nova moto chamada Marvel, e o protótipo de quatro válvulas, centrado em torno do forte e simples motor monocilíndrico refrigerado a ar, foi introduzido em 1935 e logo ganhou a classe ligeira do TT  de 1933.

Em 1936, uma versão de quatro válvulas foi desenvolvida e ganhou segundo lugar nas corridas de 1936 e 1937 do Lighteight TT, mas foi decidido que este motor era demasiado complicado para produção em massa, pelo que a equipa desenvolveu uma configuração simples de câmara de combustão única de duas válvulas em capacidades de 250cc, 350 e 500cc.

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Esse segundo motor de seu próprio design, era menos complicado e muito resistente e as motos eram todas comercializadas como Manxman, e tinham o emblema da Ilha de Man no invólucro do motor e uma cabeça de cilindro de bronze.

Este motor, apesar de datar de 1935, ainda marcou presença no Mundial até 1951.

Em 1937, a empresa desenvolveu um motor de curso curto de 250 e uma cabeça de cilindro de liga de alumínio com saída de escape do lado direito. Em comum com muitos fabricantes, a empresa também usou motores feitos pela Blackburne e pela JAP.

A intenção era produzir uma versão de estrada chamada Marvel, mas o design revelou-se demasiado complicado para produzir comercialmente. O motor foi então simplificado e adaptado a uma cabeça de câmara de combustão única com duas válvulas, que foi chamada de Manxman e oferecida em versões de 250cc, 350cc e 500cc.

Para lembrar os compradores do sucesso da Ilha de Man da Excelsior, a Manxman tinha o emblema de três pernas da Ilha de Man esmaltado na tampa da came (abaixo). A cabeça do cilindro (acima) era bronze para melhor arrefecimento, e a Manxman era conhecida pelo seu manuseamento excecional.

Como o motor de cárter seco era construído muito robusto, provou ser extremamente fiável nas corridas.

Uma Manxman especial de quatro válvulas construída na fábrica ganhou o segundo lugar no Lightweight TT da Ilha de Man em 1936 e 1937, e o modelo foi uma escolha popular para os pilotos independentes de TT.

Em 1937, o modelo foi atualizado com um motor de 250cc de curto curso com uma cabeça de cilindro de liga de alumínio. Todos os modelos Manxman são bonitos e depurados para corrida, com um quadro tubular rígido, garfos de viga e um grande tanque de combustível com o esquema de cores de vermelho e negro de assinatura da Excelsior.

Este Excelsior Manxman 250cc de 1935 é um modelo de corrida original e um dos modelos leves mais bem sucedidos da década de 1930.

Data do primeiro ano de produção e tem a porta de escape correta à esquerda, tubo de escape reto, guiador e apoios para os pés recuados de competição.

Apesar de os pilotos a terem achado pesada, a Manxman manobrava bem e era muito fiável,  apesar de complicada em termos da engenharia empregue.

Versões de estrada e corrida da Excelsior Manxman de 250 cc de 1935 foram produzidas, mas as 500 só foram comercializadas como uma estradista desportiva.

A Manxman também se tornou uma escolha popular para os pilotos independentes do TT, que conseguiram muitas vitórias até que a Segunda Guerra Mundial os impediu de correr.

No pós-guerra, para evitar confusões com as Excelsior americanas, Bayliss e Thomas batizaram os seus produtos como ” British Excelsior”.

O modelo de 248 cc foi o mais desenvolvido e logo, o mais bem sucedido. Com as especificações de corrida, venceu muitas provas, mesmo depois de 1945.

O modelo de corrida de 250cc foi produzido de 1934 a 1939 e desenvolvia pirieor 18 cv, chegando aos 23 depois, e tinha uma velocidade máxima de 129 km/h.

A transmissão era uma caixa de quatro velocidades Albion, com transmissão final por corrente e 132 Kg de peso na versão de 250cc.

Sem nunca ter vencido no TT da Ilha de Man, a Manxman era uma moto muito popular e fiável, que foi bem sucedida nas corridas internacionais e no Grande Prémio de Manx, onde venceu três vezes de 1936 a 1938 nas mãos de Denis Parkinson.

Porém, a produção foi interrompida pela Segunda Guerra Mundial e não retomou, sendo as unidades que competiram no Mundial de velocidade encontradas nas mãos de privados como Doug Beasley (13º em 1949) ou Arthur Burton (9º em 1950).

Tags: BirminghamExcelsiorIlha de ManJAPManxman
Paulo Araújo

Paulo Araújo

Jornalista especialista de velocidade, MotoGP e SBK com mais de 36 anos de atividade, incluindo Imprensa, Radio e TV e trabalhos publicados no Reino Unido, Irlanda, Grécia, Canadá e Brasil além de Portugal

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