Valentino Rossi, ainda considerado por muitos como o maior piloto de todos os tempos, continua a dar que falar. Apesar de ter anunciado oficialmente a sua reforma do MotoGP no final de 2021, a sua equipa VR46, que agora compete na categoria principal, e as suas outras atividades mantêm-no como uma figura central no paddock. Ainda assim, não abandonou completamente o motociclismo e, através da sua academia, continua a formar jovens talentos italianos, chegando mesmo a partilhar a pista com eles. Também fala ocasionalmente sobre o seu passado glorioso e os seus anos de sucesso.
No Champions Dinner, falou sobre a sua saúde. De forma quase milagrosa, Rossi nunca sofreu muitas lesões durante os seus 22 anos no MotoGP. Apesar de ter chegado à categoria principal numa altura em que as perigosas 500cc a dois tempos ainda dominavam, “The Doctor” conseguiu sempre escapar ileso. Sofreu apenas uma lesão grave, em 2010: uma fratura exposta da tíbia e do perónio. Ainda assim, recuperou muito bem e voltou a vencer ainda antes do final da temporada de 2010.
Nunca sofreu da famosa síndrome compartimental que tanto afetou Dani Pedrosa, Fabio Quartararo e muitos outros pilotos. Rossi atribui isso… à sorte. «Na minha opinião, é uma questão genética. Fui privilegiado. Depende dos teus genes, do tamanho dos teus antebraços… Para mim, foi sobretudo uma questão de sorte», declarou a Dani Pedrosa
















