Em vez de novas peças ou configurações, Pedro Acosta atribui a mudança na sua mentalidade à reviravolta dramática na segunda metade da sua temporada de MotoGP.
Duplo campeão do mundo nas categorias menores, Acosta causou um impacto imediato no MotoGP com pódios na sua segunda e terceira corridas na categoria principal.
A sua temporada de estreia em 2024 na Tech3 terminou com nove pódios e o sexto lugar na classificação geral, criando expectativas para um passo em direção às vitórias e à disputa pelo título com a equipa oficial da KTM em 2025.
Em vez disso, as onze primeiras rondas não trouxeram pódios, aumentando a frustração e uma queda para o oitavo lugar na classificação.
Na verdade, o novo piloto da Tech3, Maverick Vinales, muitas vezes parecia o piloto mais forte da RC16, até que uma lesão no ombro em Sachsenring arruinou a sua temporada.
Mas tudo mudou a partir da décima segunda ronda em Brno, onde o duplo pódio de Acosta o lançou para uma série de doze pódios (Sprint e GP) nas últimas onze rondas, levando-o ao quarto lugar no campeonato.
Acho que o que melhorou foi a pessoa”, explicou Acosta, segundo o site https://www.crash.net. “Porque se verificar-mos a moto, não mudamos muito. Ok, mudamos a carenagem na Áustria. É verdade que começamos a ser mais consistentes a partir daí, dentro dos cinco primeiros. Mas acho que o que mais mudou foi o meu lado mental. Percebi que não adianta chorar por algo que não tenho, porque nada vai mudar.

















