CNTT: O que eles disseram sobre o Raid Ferraria

Por a 1 Maio 2019 17:36

A Depois das alterações à classificação final, fomos falar com 4 dos principais protagonistas das Motos no Raid Ferraria.

 

Bruno Santos (1.º Geral / 1.º TT2)

“Foi a primeira prova que fiz este ano em Portugal. Até agora, só tinha participado no Merzouga Rally. O Raid Ferraria é uma prova da qual gosto muito. No sábado, o percurso era mais sinuoso e tive algumas dificuldades. No segundo dia, os troços eram mais rápidos e foi aí que me senti mais à vontade. O Sebastian Buhler estava noutro patamar em relação a nós. Durante toda a corrida, a minha expectativa era chegar ao João Lourenço. No entanto, ele também está muito forte e não se deixou apanhar. Perdi muito tempo no SS1 e no SS2. Só consegui recuperar algum terreno para ele no SS3. Correu bem, diverti-me e, acima de tudo, não quis arriscar magoar-me porque não estou a disputar este campeonato por inteiro. Apesar de ser uma vitória, não foi daquelas ‘saborosas’ porque, como se costuma dizer, foi no secretariado.”

 

 

Salvador Vargas (2º Geral / 1º TT3)

“Foi uma boa corrida. A organização esteve muito bem. Estas pistas são brutais. Passamos por zonas por onde passa também a Baja Portalegre e temos sempre muito público. Foi muito bom termos mais pilotos nesta ronda do campeonato e acho que conseguimos proporcionar um bom espetáculo. Adorei esta corrida e foi sempre a curtir!”

 

 

Bernardo Megre (4.º Geral / 1.º TT1)

“A prova correu bem no geral. Foi uma corrida divertida e o percurso estava muito bem marcado. No primeiro setor seletivo, o terreno tinha muita pedra solta. Fui cauteloso, provavelmente até demasiado cauteloso porque acabei por perder algum tempo. No SS2, ganhei a classe TT1 com alguma vantagem sobre o Gonçalo Amaral e ainda ganhei alguns segundos ao Salvador Vargas. No SS3 acabei por perder algum tempo para o Salvador mas garanti a vitória na classe e fui 4.º na geral. Ainda me estou a ressentir da lesão num joelho que sofri na Baja de Loulé. Estou confiante porque sei que cada vez mais tenho a moto mais competitiva face às de maior cilindrada.”

 

 

Daniel Jordão (5º geral / 2º TT2)

“O primeiro setor seletivo correu bem. Abri a pista e optei por não correr qualquer risco que pudesse comprometer tudo logo ao início da prova. Fiz 5º lugar, o que foi uma boa posição para partir ao ataque nos dois setores seletivos de domingo. No SS2 tudo estava tudo a correr muito bem até apanhar o pó do Bruno Santos. Seguia no seu encalço quando, a 1 km do fim, cometi um erro, tive uma saída de estrada e cai numa ribanceira. O perigo estava bem assinalado e até estavam lá pessoas da organização que me ajudaram a tirar a moto do buraco o de caí. Sem eles teria sido impossível sair de lá. Demorei cerca de 4 minutos e isso comprometeu por completo a corrida. Ainda tentei atacar ao máximo no SS3 mas estava com algumas dores nas costas. Foi pena porque estava a divertir-me bastante e o percurso escolhido para o domingo era muito engraçado. Estava bem marcado e o piso estava bastante mais seco do que se esperava. Agora vamos pensar em Reguengos, que é já daqui um mês, para nos apresentarmos na melhor forma.”

 

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