MotoGP, 2021: Recordando Gresini no último adeus

Por a 27 Fevereiro 2021 12:00

Por ocasião do funeral privado, transmitido online de Imola, a equipa e família transmitiram uma entrevista anterior com o Campeão onde este explica um pouco a sua história antes da cerimónia

“Se calhar ia ser último, mas tinha de experimentar.” Fausto Gresini

A despedida de Gresini, nas suas próprias palavras:

“Eu tinha 17 anos, trabalhava numa oficina de motos, olhava para os pilotos em pista e pensei que era uma coisa que até eu devia tentar um dia.

“Se calhar ia ser último, mas tinha de experimentar. Decidi que ir fazer umas corridas e se não fosse bom parava imediatamente porque não podia dar-me ao luxo de perder tempo.”

“Em 1983, parei de trabalhar na oficina porque já estava a tempo inteiro no Mundial.

Depois, em 1985 ganhei o meu primeiro Campeonato em Misano Adriático, uma pista Italiana, portanto foi uma sensação espetacular… depois ganhei o seguinte em 87, venci 21 Grandes Prémios e 11 corridas consecutivas, e por isso posso dizer que, como piloto, me senti realizado!”

“Estava contente, era pago para correr, porém a seguir veio um outro desafio, outra grande emoção, vencer um primeiro Grande Prémio como team Manager, com um piloto Italiano, com Loris Capirossi… Depois ganhamos nas 250 com Daijiro Katoh e com Toni Elias, fomos os primeiros Campeões de Moto2.”

“Na MotoGP, conseguimos vencer 14 Grandes Prémios, que é verdadeiramente um belo número.”

Seguiu-se uma introdução breve por um amigo e algumas palavras do filho Lorenzo.

O Presidente da Câmara de Imola declarou um minuto de silêncio e seguiram-se vários testemunhos emocionados elogiando a pessoa e o Campeão. D.E.P.

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