Terceiro bastou ao turco da BMW para acumular a pontuação que lhe garantiu mais um título atrás do vencedor Bulega

Havia uma tensão natural no ar quando se formou a grelha para a corrida que decidiria, finalmente, a atribuição do título mundial de Superbike de 2025… e não era uma mera formalidade, porque, com uma diferença de 22 pontos, se Bulega ganhasse e Razgatlıoğlu viesse a não pontuar, por qualquer razão, o título ainda poderia ir para o italiano, a juntar-se ao de fabricantes da Ducati.

No evento, Bautista liderou no início mas logo foi passado por Bulega, que passou o resto da corrida a fugir à frente como tão bem sabe fazer, enquanto, por sua vez, Toprak encetava a ascensão mais cuidadosa que já o vimos fazer. Do seu 10º inicial, Toprak foi ultrapassando gradualmente, com grande prudência, Locatelli, Iannone e Lowes, sem dificuldade, depois com um compasso de espera maior para o combativo Xavi Vierge, que levou 2 voltas a ser ultrapassado, e ainda depois, chegado ao terceiro lugar com Bautista fora de alcance, aí acabou a corrida.
Atrás de Bautista em segundo e Razgatlıoğlu em terceiro ficaram então Locatelli, Vierge, Lowes e Iannone, os homens que Toprak tinha passado a caminho de 3º, e um pouco mais atrás Mackenzie, Lecuona e Bassani. Depois já fora do Top 10, vinham Gardner, Vickers, vd Mark, Montella e Sofuoglu, e já fora dos pontos, Rabat, com 21 pilotos a acabar. As exceções, Tulovic por queda e Gerloff por avaria.
Com 616 pontos finais contra 603 de Bulega, Toprak Razgatlıoğlu sagra-se, portanto, Campeão Mundial pela terceira vez… e a MotoGP já acena!

















