A SERT Yoshimura Motul ganhou a corrida, mas o título escapou graças à recuperação da Yamaha YART a meia hora do final

A Suzuki SERT Nº1 confirmou a vitória que sempre pareceu ao seu alcance, ao longo das 24H da 88ª edição do mítico Bol d’Or.
Porém perdeu o Campeonato a meia hora do fim quando a BMW Nº 37, que tinha aguentado a segunda posição e era ainda candidata ao título, pareceu perder algum rendimento e foi ultrapassada pela Yamaha YART Nº7, acabando por não cortar a meta.
Ao ascender à segunda posição a 3 voltas dos vencedores, e com apenas 2 pontos a separá-los da BMW antes desta prova, a Yamaha austríaca chamou a si o título mundial, que já ganhara em 2009 e de novo em 2023 e Gregg Black, Étienne Masson e Dan Linfoot ficaram com o amargo na boca de ter ganho a batalha, mas perdido a guerra… por um ponto!

Em 3º ficou a BMW Nº 9 da Tecmas, que viria garantir a vitória nas Stock, batendo por escassos minutos as Honda da mesma classe, logo atrás em 4º e 5º, e a mais 7 voltas as Stock Nº 18 e 49, que com a Kawasaki Bolliger de Pedro Nuno em 8º a completar o pódio das EWC, a Honda Nº 53 em 9º e a em décimo completavam o Top 10.

Em termos de Campeonato entre as Stock, foi a Honda National Motos Nº 55 que, ao acabar à frente da classe, renovou o título que já pertencia ao mais antigo Team da Endurance e concessionário Honda dos arredores de Paris, agora gerido pelo filho Stéphane do fundador Pipo Baldi, que faleceu em 2012.
A nova categoria de produção introduzida este ano pela FIM viu os vencedores chegar em 26º, 27º e 28º, numa demonstração de equilíbrio, mas também da diferença de preparação entre a nova classe e as motos da frente.
A YART celebrou assim o seu 3º título mundial com Jason O’Halloran, Karel Hannika e Max Fritz.

















