Miguel bateu a maioria dos outros pilotos Yamaha na Sprint em Barcelona, provocando uma série de comentários nas redes sociais

A maioria criticava a escolha da Yamaha, vendo o resultado de Oliveira, que até à boca da meta estava em 9º, o que o faria, pela primeira vez, pontuar na Sprint, como uma verdadeira chapada sem luva ao bater 2 dos quatro pilotos Yamaha, vindo de trás para ultrapassar Miller.
“Esqueceram-se que o Miguel foi de 16ª para 10º, sendo o segundo melhor piloto Yamaha” – comentou Abel Pinto, um de cerca de 120 comentários a encher o Facebook da Yamaha Pramac após o resultado de Miguel na corrida Sprint.

“Fosse ele Espanhol ou Australiano e já estava na equipa de fábrica” – outro comentário, de Jorge Iglésias, salientando uma realidade que muitos comentam, a pouca importância do mercado português na escolha de pilotos.
Também houve quem comentasse a quantidade de quedas na frente a ajudar ao resultado, especialmente nomes ingleses, (provavelmente fans de Miller), mas a esmagadora maioria considerava a rejeição de Oliveira um erro da Yamaha, especialmente em vista dos continuados resultados medíocres de Rins na moto oficial: “Onde estava Rins? Onde estava Miller? Yamaha palhaços!” – disse, por exemplo, Rui Nascimento.

Até estrangeiros partilham a opinião, como Jan Ekman, que se limitou a dizer: “Oliveira muito mais rápido e melhor que Jack Miller!”
E um comentário em Francês: “Há 3 corridas que ele entrega melhores corridas que Miller e Rins, e no entanto não o mantiveram… são ridículos”– simpático, mas ignorando o facto de que, segundo o próprio Oliveira, a decisão já era conhecida na equipa antes de Balaton.
Seja como for, é prematuro julgar a decisão no resultado de uma corrida, mas mostra como o sentimento de apoio ao nosso único piloto na MotoGP é maioritariamente solidário!
















