Após a revelação choque do corte com a Pramac, Oliveira parece o menos preocupado e falou das várias opções que agora se abrem
A Yamaha Pramac anunciou hoje que renovara com Miller, e com isso que Oliveira seria dispensado da equipa, apesar do contrato de 2 anos que o ligava à equipa de Paolo Campinotti até 2027.
O que vem a seguir para o nosso primeiro e único piloto na MotoGP?

“O meu coração está neste paddock!”
“Várias portas estão abertas para mim. Ainda não tomei uma decisão e estou aberto a sugestões. O meu coração está neste paddock. Sei que os únicos empregos disponíveis aqui são provavelmente de piloto de testes. Porém, estar associado a um fabricante, ajudar a desenvolver uma moto, pode ser inspirador. Mas quero mesmo é correr.”
Uma oportunidade de permanecer em corrida pode estar aberta no Campeonato do Mundo de Superbikes: o multi-campeão Jonathan Rea está a terminar a sua carreira na Yamaha após o final da temporada. Seria esta uma opção para Oliveira?
“Estamos em negociações”, diz o piloto da Caparica. No entanto, há uma opção que Oliveira afasta categoricamente: quando questionado sobre um possível regresso à Moto2, disse alto e bom som, quase indignado: “Não, não, não. Não tenho idade para isso. Não é uma opção para mim.”
















