Apesar da vitória da SERT, foi a Yamaha a celebrar ao vencer o Mundial de EWC por… 1 ponto!

Vencer um Mundial por um ponto, ao fim de 24 Horas de corrida em que apenas ascenderam ao segundo lugar que lhes viria a dar o campeonato na última meia hora é uma história para a YART.

Uma história de tenacidade, trabalho de equipa, coerência e, principalmente, nunca desistir.

Foram 24 horas em que a equipa da Yamaha Áustria co o Nº 7 de Karel Hanikka, Marvin Fritz e Jason O’Halloran conheceram as profundezas do desespero e a exaltação final da vitória.

Foi também o momento de comiserar com os adversários: A Suzuki Nº 1, de Gregg Black, Dan Linfoot e Étienne Masson, recordista absoluta de vitórias na prova, com 5 nas últimas 6 edições, a ganhar a corrida após ter liderado a partir da 7ª hora, só para perder o título por um ponto.

A BMW Nº 37, de Markus Reiterberger, Steven Odendaal e Sylvain Guintoli, que perseguiu a Nº 1 toda a prova e estava em linha para serem eles Campeões Mundiais, (o que teria sido uma estreia para a BMW), só para verem uma avaria nos últimos 30 minutos dar a primazia, e o título, aos rivais da Yamaha.

Dos portugueses participantes, houve alegria também para Pedro Nuno Romero, que ajudou a levar a Kawasaki Bolliger Nº 8 ao 7º posto no Mundial e para Sheridan Morais, cuja Yamaha Kremer Racing acabou na 12ª posição.
No final, a celebração foi rija, entre risos e lágrimas, abraços e beijos, exultação geral, dos pilotos, das equipas e dos fãs que entretanto “saltam a cerca” e vêm celebrar com os vencedores…para a História!

















