CNTT: Daniel Jordão – “Está a ser um campeonato muito competitivo”

Por a 17 Abril 2019 18:02

Daniel Jordão comanda o campeonato nacional de Todo o Terreno em igualdade pontual com Salvador Vargas. Fomos falar com o piloto da Figueira da Foz…

 

Como foi para ti a Baja de Loulé?

“No final do dia de sábado, fizemos algumas alterações ao setting das suspensões e a moto melhorou bastante. No domingo, consegui melhorar bastante o andamento mas tentei não arriscar porque temos o campeonato em jogo. No Todo o Terreno, uma queda pode custar bastante caro. A organização fez um excelente trabalho, com tudo muito bem marcado e os perigos devidamente assinalados. Tentei focar-me em atacar ao máximo e lutar pela melhor posição com o maior nível de segurança. Foi isso que fiz. Tanto o Bernardo como o Salvador de certeza que também estavam apostados nisso mas o João Lourenço é um piloto muito forte e estava num patamar acima do nosso. Foi complicado para os três acompanhar o andamento dele mas claro que se pensa no campeonato também.”

 

Tu e o Salvador Vargas estão empatados no campeonato. Antes de a época começar, esperavas estar envolvido na luta pelo título de campeão nacional de TT?

“O campeonato tem sido bastante disputado. Temos os dois os mesmos resultados nas três corridas realizadas até agora: um 1º, um 2º e um 3º. O Bernardo Megre está com uma moto nova e de certeza que ainda vai melhorar o seu andamento ao longo do ano, tal como já mostrou agora na Baja de Loulé. Temos novos valores a aparecer no Campeonato Nacional de Todo o Terreno. O Gonçalo Amaral, filho do Rodrigo Amaral, está cada vez mais rápido. É um piloto muito jovem com uma linha de aprendizagem em franca evolução e vai certamente muito em breve estar entre os mais rápidos. Apesar de alguns dos nomes mais ‘sonantes’ não estarem a fazer o campeonato este ano – como o Maio, o Buhler ou o Patrão – está a ser um campeonato muito competitivo e muito me agrada estar na luta pelo título nesta altura.”

 

Que antevisão fazes da próxima prova do campeonato, a Baja da Ferraria?

“Eu gosto de provas mais rápidas. Tivemos até agora três corridas com médias de velocidade bastante baixas comparativamente com os pisos alentejanos. Ferraria é tradicionalmente uma prova mais rápida com velocidades médias mais próximas dos 80 ou 90 km/h. Reguengos é ainda rápido, no ano passado chegámos a fazer setores seletivos com médias superiores a 100 km/h. Como termo de comparação, na Baja de Loulé as médias rondaram os 65 km/h. Era um traçado bastante técnico. O piso que se espera na Ferraria é mais ao meu jeito, por isso espero estar mais à vontade. Estou bastante empolgado para continuar a trabalhar para trazer resultados para a Franco Sport.”

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